segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Controle da Helicoverpa armigera com biopesticida pode ultrapassar 80%

Controle da Helicoverpa armigera com biopesticida pode ultrapassar 80%


Controle da Helicoverpa armigera com biopesticida pode ultrapassar 80%O controle da Helicoverpa armigera com o recém lançado biopesticida GemStar pode ultrapassar o patamar de 80%, afirma Michel Tomazela, gerente de produtos da Ihara. Ele falou sobre o lançamento do produto da Certis EUA, que será comercializado e distruibuido no Brasil por sua empresa, em parceria com a Biocontrole.
 
“O maior volume de informações quanto eficácia deste produto estão publicadas no exterior, e os resultados são impressionantes. Quando utilizado conforme a recomendação, observa-se controles superiores a 80%. Esse nível, para produtos biológicos, é extremamente alto. Além disso devemos ter em mente que é uma importante ferramentas do MIP (Manejo Integrado de Pragas), que possibilita um manejo de resistência mais efetivo e preservação das outras tecnologias de controle”, explica Tomazela.
 
Questionado sobre os diferenciais do GemStar no controle da H. Armigera, o gerente afirma que a grande inovação “está na sabedoria de unir alta tecnologia e qualidade às soluções presentes na própria natureza. Essa junção permitiu selecionar um vírus altamente especifico e eficaz para o controle das lagartas do grupo Heliothinae ao qual Helicoverpa armigera faz parte”.
 
“O modo de ação do GemStar é único dentre os produtos registrados para controle desta praga. Outra grande vantagem é o baixo impacto e risco ambiental uma vez que ele é encontrado na natureza, não deixando nenhum resíduo no produto final. Outra peculiaridade é o fato do vírus se multiplicar no hospedeiro (lagarta) e continuar infectando novas  agartas que entrem em contato com ele. Com isso, podemos dizer que oferece uma proteção mais duradoura. Por fim, ele não afeta outros insetos preservando os inimigos naturais na lavoura”, acrescenta. 
 

Segundo Tomazela, quando o produto é aplicado na planta, uma estrutura de resistência do vírus chamada de “corpo ocluso” fica aderido na folha, infectando a lagarta quando esta ingere parte da planta tratada. “Após 3 a 4 dias a lagarta para de se alimentar, ocorrendo a morte de 7 a 10 dias após infecção. As lagartas mortas tornam-se fonte de mais vírus, ocasionando infecções secundárias. Podemos associá-lo a uma gripe muito forte. Além disso, as lagartas que não morrem se tornam mais fracas, e sensíveis a outras formas de controle”.

A expectativa da Ihara para o produto no Brasil é proporcionar ao mercado uma forma de manejo alternativa, que traga vantagens competitivas consideráveis ao agricultor brasileiro. “A consequência disso será uma expansão expressiva do produto no mercado, que deverá se tornar uma das estrelas do nosso portfólio nos próximos 3 anos. Temos uma agricultura pujante no Brasil, e com certeza o GemStar será parte integrante deste processo e possivelmente veremos grandes áreas de soja, feijão, algodão, sorgo, tomate e outas culturas utilizando esta tecnologia. Os produtores podem esperar uma tecnologia segura, eficaz e sustentável para contribuir no manejo de H. armigera e outras do mesmo grupo”, conclui.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Grupo PRIME promove visita técnica, aberta a para os alunos da UNESP-ILHA

Grupo PRIME promoverá visita ao confinamento do grupo DAMHA na cidade de Pereira Barreto no próximo dia 26. A saída está programada para as 06:50 do dia 26/09 do Campus II da UNESP de Ilha Solteira, e terá um custo de 3,00 reais para despesas com transporte. inscrições com os alunos Sillas e João Leonardo. 

*Vagas Limitadas

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Grupo PRIME promove palestra sobre controle de Plantas Daninhas em Pastagens.

A palestra ocorrerá na próxima Terça-Feira (03/09) no Anfiteatro do Campus II da UNESP de Ilha Solteira. e terá como tema "Controle de plantas invasoras em pastagens para altas produtividades"


quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Aplicativos para celulares e tablets facilitam a produção agrícola

Com o avanço da cobertura de 3G e internet na zona rural, mais produtores estão usando Smartphones e tablets no trabalho do campo. Esse movimento leva diversas empresas a desenvolverem aplicativos (apps) voltados especificamente ao agronegócio. Alguns deles auxiliam no monitoramento remoto das máquinas agrícolas enquanto outros fornecem análises sobre nutrição bovina ou fertilizantes. A GLOBO RURAL preparou uma lista de sete apps que podem ser um grande aliado na produção agropecuária. Confira:


Arvus SWS


Esse aplicativo também permite monitoramento remoto das máquinas agrícolas e faz parte da linha de produtos da Arvus Tecnologia para a agricultura de precisão. Já foram desenvolvidos sistemas para a cultura florestal, de grãos e de cana-de-açúcar. A partir dos computadores de bordo dos tratores, o produtor pode controlar parte do processo de qualquer local. O app coleta informações de operações como plantio, colheita e aplicação de herbicidas, calcário e adubos, entre outros. Todos esses dados são geolocalizados e acessados pela plataforma web, gerando relatórios sobre a eficiência do trabalho que está sendo feito.
Desenvolvido por: Arvus Tecnologia
Lançamento: o sistema está em sua segunda versão desde o início do ano.
Disponível para: a partir de uma parceria com a empresa Jumil, as novas máquinas já saem com o computador de bordo. No entanto, o aparelho também pode ser instalado após a compra do veículo, como tratores, colhedoras, pulverizadores e veículos de apoio como caminhões e automóveis.
Custo: do número de máquinas que serão equipadas com o aparelho.
Mais informações: http://www.arvus.net.br/

Roundup Ready Plus

O Sistema Roundup Ready Plus (RRPlus) oferece soluções de manejo de ervas daninhas para os agricultores via dispositivos móveis. O aplicativo fornece informações sobre práticas e produtos de manejo com base na região, tipo de cultura, necessidade e erva daninha presente naquela plantação. Já está disponível para culturas do Cerrado e do Sul do Brasil. Fornece detalhes sobre herbicidas e pesticidas usados na prevenção ou para remover ervas daninhas e calcula o preço da aplicação. É possível simular o sistema aqui http://www.roundupreadyplus.com.br/simulador/ .

Desenvolvido por: Monsanto
Lançamento: 2011.
Disponível para: IOS e Android.
Custo: gratuito

Digilab


É um serviço portátil de assistência técnica e diagnóstico que permite a identificação de doenças, pragas e plantas daninhas em diferentes tipos de lavouras. Ao adquirir o serviço para tablet, o usuário recebe um kit com um suporte e uma lente de aumento de até 100 vezes para serem acoplados ao tablet. Também é possível também utilizar a câmera do tablet para fotografar a planta, entretanto haverá alteração de resolução.
Para identificar uma determinada praga, doença ou planta daninha, basta que usuário fotografe a planta. Depois, busca no banco de dados a imagem mais semelhante. Assim, obtém o diagnóstico com todos os dados sobre a doença e como ela ocorre. Se por acaso, o usuário não encontrar alguma imagem parecida no banco de dados, ele envia a foto diretamente para um representante da BASF para que faça essa identificação.
A nova versão traz três módulos: Saúde Vegetal, Non Crop e Nematóides. O serviço conta também com mapa de ocorrências das doenças e pragas, biblioteca virtual, comparações de doenças por região e assistência técnica virtual com profissionais habilitados.
Desenvolvido por: BASF
Lançamento: a primeira versão saiu no final de 2012. A nova, o Digilab Mobile Tablet, estará disponível no fim de agosto de 2013.
Disponível para: Tablets Samsung Galaxy SI – 10 polegadas e Motorola Xoom - 10 polegadas e iPad I e II da Apple.
Custo: a versão custará R$ 4 mil.


A ferramenta facilita a identificação de uma série de doenças da soja, do algodão, do trigo e do feijão, além de permitir que o agricultor tenha em mãos as recomendações sobre tratamento com o FOX®. É possível consultar um banco de fotos em alta resolução das doenças para quais o fungicida FOX® tem registro. Dessa forma, o produtor pode identificar a doença que acomete sua cultura e entender melhor sobre o seu tratamento.

Desenvolvido por: Bayer CropScience
Lançamento: junho de 2013
Disponível para: IOS e Android.
Custo: gratuito
Mais informações: http://www.cropscience.bayer.com/ FOXBayer
A ferramenta facilita a identificação de uma série de doenças da soja, do algodão, do trigo e do feijão, além de permitir que o agricultor tenha em mãos as recomendações sobre tratamento com o FOX®. É possível consultar um banco de fotos em alta resolução das doenças para quais o fungicida FOX® tem registro. Dessa forma, o produtor pode identificar a doença que acomete sua cultura e entender melhor sobre o seu tratamento.
Desenvolvido por: Bayer CropScience
Lançamento: junho de 2013
Disponível para: IOS e Android.
Custo: gratuito
Mais informações: http://www.cropscience.bayer.com/


AGCOMMAND


Ainda entre os sistemas para monitoramento remoto de máquinas agrícolas, está o AGCOMMAND. O aplicativo é um sistema de telemetria que permite ao condutor da máquina acessar informações, em tempo real, do seu equipamento. Este acesso é feito por meio de uma página da web e pode ser feito em qualquer computador, ou outro dispositivo com acesso a internet. O usuário recebe uma login e uma senha para localiza máquinas praticamente em tempo real e monitorar horas do motor, velocidade de operação e histórico. Com essas informações pode comparar o desempenho e eficiência de até cinco máquinas.

Desenvolvido por: AGCO em parceria com a Apple
Lançamento: novembro de 2012
Disponível para: Plataforma web ou IOS.
Custo: sistema adquirido como opcional junto com a compra do equipamento das marcas Massey Ferguson e Valtra.
Mais informações: http://www.myagcommand.com/

TankMix


Fornece informações sobre misturas de produtos que serão utilizados para pulverização na lavoura. Ao entrar no app, o agricultor seleciona o seu País e pode acessar uma série de produtos e escolher o mais adequado para sua cultura. O aplicativo possui um banco de dados com milhares de testes de combinações de água, pesticidas, herbicidas ou ingredientes ativos. A maior parte dos produtos testados é da empresa Yara Fertilizantes, desenvolvedora do aplicativo. No entanto, o usuário também pode pedir um teste para duas ou mais misturas.

Desenvolvido por: Yara Fertilizantes
Lançamento: junho de 2011
Disponível para: IOS, Android, Windows Phone, Blackberry e plataforma web.
Custo: gratuito
Mais informações: http://www.tankmix.com/


Suplementa Certo

Auxilia na escolha de produtos e estratégias pertinentes a nutrição de bovinos de corte. O usuário insere todos os dados, como preço do suplemento nutricional e o resultado esperado para um determinado tempo. A ferramenta, então, calcula o custo-benefício de cada suplemento. Os resultados avaliam qual deve ser o ganho mínimo de massa para zerar o investimento, o valor de retorno para cada Real investido e a quantidade mínima de cochos necessários para alimentar aquele lote. Com essas informações, o pecuarista pode escolher entre uma nutrição mais conservadora, segura e com ganhos de longo prazo, ou um regime de semi-confinamento.
Desenvolvido por: Embrapa Gado de Corte e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)
Lançamento: julho de 2013
Disponível para: sistema Android (smartphone e tablet)
Custo: gratuito
Mais informações: http://www.cnpgc.embrapa.br/index.php?pagina=bancodenoticias/noticia.php&s=embrapa-lanaa-primeiro-aplicativo-para-nutriaao-de-bovinos-de-corte-do-mercado


quarta-feira, 31 de julho de 2013

11 habilidades que o mercado exige e a faculdade não ensina

Diploma na parede e notas elevadas no boletim nem sempre são garantia de sucesso

Sair da formatura com notas elevadíssimas em todas as disciplinas não é garantia de que o recém-formado seja um excelente profissional. Ao contrário.
Especialistas consultados são unânimes ao afirmar que entre os conhecimentos compartilhados nas universidades brasileiras e o que o mercado de trabalho exige para o crescimento na carreira há uma grande lacuna. E não estamos falando apenas de preparo técnico.
“Faltam aquelas competências que os americanos chamam de “soft skills”, como comunicar-se bem, avaliar o que cada um é capaz, montar e motivar uma equipe, além de uma série de outras coisas que levam à uma performance melhor”, diz Armando Dal Colletto, diretor acadêmico da Business School São Paulo.
1- Ser multicultural (na prática)
Fora a possibilidade de ter um intercambista na turma ou estudar por um período em uma universidade estrangeira, poucas são as iniciativas oficiais de muitas universidades por aí para colocar os alunos em contato direto com diferentes culturas.
No mercado de trabalho o cenário é outro: o chefe pode ser coreano, o colega da mesa ao lado, espanhol, a empresa parceira, indiana e o cliente, chinês. A falta de profissionais qualificados no país, a internacionalização das empresas brasileiras e o desembarque de grupos globais por aqui aproximou a rotina corporativa do cenário de Babel.
E inglês fluente não é tudo. De detalhes culturais para negociar melhor até gestos pequenos que contribuem para um boa convivência: “É preciso um entendimento das diversidades”, afirma Dal Coleto.
2- Trabalhar em equipe
Não se engane: os tradicionais trabalhos em grupos da faculdade quase não preparam ninguém para atuar em uma equipe. Motivo? “Quando organizam os grupos de trabalho, os alunos escolhem seus amigos, pessoas com quem se identificam e, no mínimo, a partir de pontos que os aproximam”, diz Casagrande.
Na vida profissional, a história é diferente. Ninguém (exceto o próprio chefe) escolhe com quem vai trabalhar. E, ao contrário da tônica típica dos grupos de faculdade (em que as pessoas tendem a ser parecidas), para uma equipe dar certo no trabalho é essencial que seja composta por pessoas com perfis complementares e, portanto, diferentes, afirma o especialista.
“E, além de tudo, os alunos não aprendem a compartilhar ideias: Para facilitar a a própria vida, dividem tarefas”, diz Casagrande.
3- Fazer networking
Seja por ficar centrado no próprio círculo de amigos e até por uma questão cultural, a faculdade raramente desmistifica a capacidade de fazer networking ou expandir sua rede de contatos profissionais.
“As pessoas têm vergonha de se aproximar dos outros com uma segunda intenção”, diz Gustavo Furtado, fundador da Tricae. E as universidades quase nunca criam meios para que esta visão seja mudada. “Nos Estados Unidos, em todo e qualquer evento as pessoas são estimuladas a se apresentar e falar a sua história”, diz.
4- Ser interdisciplinar
Na faculdade, as disciplinas até podem ser apresentadas em dias ou semestres diferentes. Mas, na rotina corporativa, o conhecimento adquirido de cada uma delas deve ser usado de forma integrada – algo que, infelizmente, o ensino tradicional ainda não sabe manejar.
“As pessoas aprendem a resolver problemas de forma separada e, de repente, precisarão resolver todos estas questões em um problema só”, diz o coach educacional Renato Casagrande.
5- Falar em público
“Nas apresentações de trabalho, geralmente, só fala quem já tem boas habilidades de comunicação. O mais analítico tende a não falar”, diz Joseph Teperman, CEO da Flow. E, na carreira, apresentar-se em público é quase um requisito básico em todas as carreiras – mesmo que seja para uma plateia composta apenas por seus chefes.
6- Como escolher a carreira
A decisão por qual curso superior seguir é apenas o primeiro passo em direção a escolha da carreira que é mais coerente com você. Assim que o diploma é entregue na colação de grau é que começam as verdadeiras escolhas decisivas para a trajetória profissional.
O problema é que a faculdade ensina pouco para este momento. “Não há parceria com as empresas ou consultorias de recrutamento. O profissional sai da faculdade sem saber onde estão e quais são as principais oportunidades do mercado”, diz Furtado, da Tricae.
Muitas vezes, sem saber muito bem qual rumo seguir. “A pessoa acaba seguindo a carreira daquele primeiro estágio que ela conseguiu ou parte para um jogo de tentativa e erro”, diz Teperman.
7- Liderar e gerir pessoas
Exceto por quem se aventura em uma empresa júnior, centros acadêmicos, atléticas ou outros movimentos estudantis, raras são as chances que um graduando tem para treinar a arte de liderar uma equipe. E isso demanda inteligência emocional, resiliência, capacidade para delegar e motivar pessoas. “Tem uma parte da rotina do executivo, que nem um curso de pós ajuda”, afirma Maurício Trezub, CEO da Ciashop.
8- Contratar
“Contratar pessoas para trabalhar com você não é a mesma coisa que convidar um colega para fazer um trabalho”, diz Maurício Trezub, CEO da Ciashop. E muita gente só descobre o tamanho deste desafio quando tem que recrutar pela primeira vez.
“A ajuda, muitas vezes, vem de um superior imediato”, diz Teperman. Mas nem sempre aparece. “Muitos acham que as únicas pessoas boas são aquelas que são espelho delas em vez de pessoas com características complementares a dela”, afirma.
9- Negociar
Nas estruturas tradicionais que a maioria dos cursos de graduação estão assentados há pouco espaço para que o aluno tenha voz e, consequentemente, aprenda a negociar. No máximo, as discussões e os acordos são fechados dentro dos grupos de trabalho – feitos, geralmente, com pessoas parecidas. “Não se aprende a vender ou comprar uma ideia. As pessoas chegam muito ingênuas no mercado”, diz Teperman.
10- Ler ambientes
No mundo corporativo é preciso ser autentico, mas também é essencial se adequar. “Antes de se soltar é importante entender qual é a cultura daquela área para, então, vestir a máscara corporativa”, diz Teperman. Na faculdade, esta adequação raramente é uma exigência. “Se você era da turma da frente nunca foi obrigado a sentar com a turma de trás”, afirma.
11- Portar-se em uma reunião
“As empresas estão mais participativas e menos patriarcais. Com isso, os mais novos são envolvidos nas reuniões desde cedo”, afirma Teperman. Seja por não saber ler ambientes direito, negociar ou falar em público, poucos recém-formados estão prontos para encarar esta missão.
Conteúdo EXAME


segunda-feira, 3 de junho de 2013

Semana Municipal do Meio Ambiente 2013



  • PROGRAMAÇÃO:
  •  
  • O certificado será emitido para o evento como um todo, porém é necessário uma certa frequência em palestras para recebê-lo. Normalmente, é 60 ou 70%.

sábado, 25 de maio de 2013

SUBGRUPO DINÂMICA

     O subgrupo Dinâmica é formado pelos integrantes do grupo PRIME que estão na fase final de conclusão de curso. Tem como principal objeto o treinamento do grupo para processos seletivos futuros, aplicando dinâmicas de grupos em que os membros do subgrupo já participaram, além de uma análise de cada membro ao decorrer da dinâmica, visando à melhoria do desenvolvimento pessoal de cada integrante do grupo. Outro primordial objetivo do subgrupo, é a realização e condução da dinâmica de grupo, no processo de seleção de novos membros do grupo PRIME.


Fazem parte do Grupo da Dinâmica:


João Alberto Fischer Filho (Piau)
Milena Tarallo (Bohemia)
Matheus Bruschi Ferreira (Úmero)
Thiago Ferreira Penha Candil (Plets)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Grupo PRIME promove atividades para experiencia teórico - prática

O grupo PRIME é dividido em vários subgrupos dentre eles existe o subgrupo “Dia de Campo” tem como objetivo: Promover atividades vão de contatar o produtor até o planejamento do evento, com alimentação, palestra técnica sobre o assunto que será visto em campo e por fim organização da fração prática da visita, criando uma experiência teórica e prática sobre o assunto abordado.
Grupo PRIME em Itaí - SP

terça-feira, 21 de maio de 2013

Inclusão do grupo PRIME na horta dos aposentados


O grupo PRIME é dividido em vários subgrupos dentre eles existe o subgrupo “Horta dos Aposentados” tem como objetivo a assistência e auxílio técnico aos agricultores da Horta dos Aposentados de Ilha Solteira, com visitas periódicas ao local realizadas semanalmente, que, com o auxílio dos professores da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”-UNESP Campus de Ilha Solteira e adicionado aos conhecimentos do grupo, vêm ressaltar a importância da segurança alimentar, difundindo informação e colocando em prática a garantia, qualidade e segurança quanto à origem dos alimentos lá produzidos até o consumidor.
O grupo tem como integrantes:
Matheus Mereb Negrisoli (Herps)
André Gonsales Amaral   (Kuririn)
Diego Gomes                 (Rick)
Gustavo Nadai Malagutti  (Burns)
João Alberto
Fischer       (Piau)
Reinaldo da Silva Tosti    (Rédea)
Vinícius Leonel               (Benê)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

PROCESSO SELETIVO PARA NOVOS MEMBROS !

Não perca essa chance! As inscrições estão no blog no lado direito superior,abaixo segue o EDITAL, é de suma importância a leitura deste....









                                                      venha fazer parte da nossa equipe!

sábado, 11 de maio de 2013

Apetite das minhocas é alternativa ecológica para o lixo orgânico

http://www.bewo.fr/product_info.php?products_id=1110
As minhocas podem ser uma solução para acabar com o lixo de casa. Elas têm a capacidade de devorar diariamente entre 50% e 100% de seu peso em resíduos orgânicos (cascas e pó de café), materiais carbonados (papelão e jornais) e até a poeira varrida com a vassoura. À medida que o volume do lixo é reduzido, os excrementos das minhocas aumentam na composteira, uma torre que tem buracos entre cada andar para permitir o deslocamento das minhocas. Acima, imagem do Eco-Worms, único modelo de composteira de minhocas vendido na França Eco-Worms







Quase nada escapa à sua presença: elas se movem sutilmente em meio às cascas de batata e revelam uma silhueta rosada entre restos de verduras. No entanto, na lixeira orgânica, centenas de minhocas digerem os rejeitos, reduzindo o seu volume, e produzem um fertilizante de qualidade para as plantas.
"É incrível o que comem, são hipervorazes!", diz Patricia Dreano, surpresa com o apetite de 400 minhocas da espécie Eisenia foetida que colonizaram uma composteira feita para elas, instalada no subsolo da sua casa, situada perto de Josselin (em Morbihan, no Oeste da França), debaixo da mesa onde prepara suas sopas.
Importada da Austrália e dos Estados Unidos, a composteira de minhocas permite "reciclar naturalmente até 30% do conteúdo da nossa lixeira" mais rápido e facilmente do que a composteira clássica colocada em um canto do jardim, conta Gwénola Picard, 42.
Ao lado do marido, criador de perus, eles fundaram a fazenda Pays de Josselin, um criadouro de milhões de minhocas que se nutrem de excrementos de cavalos, vacas, aves de criação e restos de comida recuperados dos restaurantes.
Usado por particulares, o princípio é simples: cada minhoca devora diariamente entre a metade e uma vez o seu peso em resíduos orgânicos (cascas e pó de café), materiais carbonados (papelão e jornais) e até a poeira varrida com a vassoura.
À medida que o volume dos dejetos se reduz, acumula-se o de excrementos de lombrigas no recipiente de minhocas, uma espécie de torre composta de bandeiras sobrepostas e buracos, para permitir o deslocamento das minhocas.
Chá de minhoca
Só falta recolher a composteira de minhocas, um fertilizante com a consistência da terra, destinado a nutrir o solo e revitalizar as plantas. "Depois de dois meses, de cada 10 quilos de dejetos, são recuperados cinco quilos", diz Gwénola Picard.
Sem odores, sem moscas e sem possibilidade de que as minhocas escapem. O único problema é recolher regularmente o "chá de minhoca", um adubo líquido procedente da água da matéria em decomposição, para evitar que as minhocas se afoguem.
"Abrir a composteira na minha casa já é uma prova", admite, sorridente, Patricia Ros-Chilias, diretora do centro de lazer de Josselin. O que não a impede de receber, encantada, uma composteira de minhocas cor-de-rosa nova em folha no refeitório das crianças. "É muito prática porque não precisa ir à rua" nos dias de chuva ou frio.
"Estão ali do lado, sabemos que temos que alimentar nossas minhocas", explica. "É um gesto automático: comemos e, em vez de jogarmos fora os restos, antes perguntamos se é possível reciclá-los", disse.
Embora o método seduza quase todos, "a demanda aumenta nas comunidades", constata Frédéric Raveaud, da empresa Collavet-Plastiques, e criador do Eco-Worms, único modelo de composteira de minhocas francês, muito colorido. "Há quatro anos, quando começamos, era um produto para engajados", mas agora vendemos entre "3.000 e 3.500".
No município de Saint-Jean-Brévelay, perto de Vannes, onde são vendidos a partir de 40 euros a peça, vinte particulares já estão em filas de espera.
"Os dejetos orgânicos que deveriam ir para as composteiras representam entre 15% e 20% do conteúdo das lixeiras", diz Maxime Lohézic, do serviço ambiental desta comunidade.
"O potencial [das minhocas] é enorme", pois estes animais são menores e mais discretos do que as tradicionais, que vão se tornar os "novos bichos de estimação", após o pedido das autoridades competentes para reciclar os dejetos de consumo privado.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

6 dicas para aumentar seu poder de persuasão



Está em época de PROCESSOS SELETIVOS e dicas sobre comportamentos e como conduzir-se é de grande IMPORTÂNCIA.

Quase tudo que queremos depende, em diferentes níveis, da atitude de outra pessoa. Podemos conseguir isto através de poder, que é uma maneira insustentável ao longo do tempo, ou por meio da persuasão e influência. Este processo parte do princípio de convencer uma pessoa por meio de ideias que a sensibilize.

Na prática, não existem muitas diferenças entre persuasão e influência. O que difere uma da outra é que a primeira é algo mais incisivo e direto, seja em uma negociação ou venda, por exemplo. Já a influência é algo mais natural e intrínseco, construída no dia a dia de trabalho. “Sempre encontramos resistência das pessoas, e o segredo é saber expressar para os outros o nosso ponto de vista. É mostrar de maneira clara os benefícios e vantagens de concordar com uma ideia ou ação”, explica Eduardo Ribeiro, professor da Integração Escola de Negócios. Para ele, a influência e a persuasão tem a ver com trocas, com algo que pode ser intercambiado por coisas que as pessoas valorizam.
Qualquer que seja o trabalho as pessoas esperam que os colegas contribuam dentro de limites razoáveis. Qualquer um pode influenciar ou ser influenciado. Influência é particularmente importante quando a cooperação é necessária e há resistência, ou quando aquilo que se pede é custoso para o outro ou muito difícil de ser obtido. “A persuasão e influência são aliados importantes no dia a dia, tanto no ambiente corporativo quanto no pessoal. Aplicando corretamente estes princípios, é possível engajar pessoas e conduzir todos a buscarem o mesmo objetivo, reduzindo obstáculos e resistências”, ressalta Tiago Sereza, gerente da Catho Educação.

Dicas para influenciar e persuadir

Confira, a seguir, seis dicas fundamentais para desenvolver o poder de influência e persuasão, apresentadas pelo professor Eduardo Ribeiro:
Agradabilidade: Gentileza gera gentileza. O profissional precisa construir uma imagem de pessoa agradável, que cumprimenta, que dá “bom dia”, e que convive com seus colegas de maneira harmoniosa.
Persuasão racional: Mais conhecida como a tática do argumento. É transmitir uma informação construindo, ao mesmo tempo, um raciocínio com vantagens e consequências positivas para o receptor da mensagem.
Comunicação: É saber transmitir uma ideia de forma adequada ao receptor e ao ambiente que se encontra. A forma correta de influenciar alguém é saber quem é esta pessoa e tratá-la como ela gostaria de ser tratada, seja em um tom mais calmo ou mais desafiador.
Pressão social: Parte do princípio de que o humano precisa seguir o bando. Quando um vendedor tem boas indicações, com certeza o cliente irá comprar deste profissional. A indicação é um forte artifício de persuasão.
Reciprocidade: Quando recebemos o favor de uma pessoa, normalmente ficamos com o sentimento de dívida com a mesma. Ser solícito desperta a vontade dos outros ajudarem, mais cedo ou mais tarde.
Coalisão: Uma tática importante é se unir a outros profissionais. A forma mais comum é através do networking. A rede de contatos traz muitas informações sobre o meio em que o profissional atua, além de auxiliar na indicação de como abordar outro profissional ou empresa conhecida deste grupo de pessoas.


Fonte: Seis dicas para aumentar seu poder de persuasão | Portal Carreira & Sucesso 

segunda-feira, 6 de maio de 2013

PALESTRA: AGRONEGÓCIO E SUSTENTATIBILIDADE, OS DESAFIOS PARA O SÉCULO XXI.


A palestra será realizada pelo Grupo Prime de Ilha Solteira, para todos os alunos interessados, no anfiteatro do Campus 2, as 19h30, e terá como honra de receber o palestrante Adilson Rodrigues Basto.

domingo, 14 de abril de 2013

PALESTRA:USO DA AGRICULTURA DE PRECISÃO NO ESTUDO DOS ATRIBUTOS DO SOLO E A INFLUÊNCIA NO SEU MANEJO

A palestra será realizada pelo Grupo Prime Monsanto de Ilha Solteira, para todos os alunos interessados,no anfiteatro do Campus 2,as 19h30, e terá como honra de receber o palestrante Prof. Dr. Rafael Montanari, o qual falará um pouco sobre as geotecnologias colaborando no manejo, no estudo e na conservação do solo.



O que vem a ser agricultura de precisão?
De acordo com uma de suas definições, a agricultura de precisão (AP) consiste de um  conjunto de princípios e tecnologias aplicados no manejo da variabilidade espacial e temporal associada à produção agrícola, objetivando aumentar a produtividade das culturas e a qualidade ambiental . Em termos práticos, envolve a obtenção e processamento de informações detalhadas e georreferenciadas sobre as áreas de cultivo agrícola, visando definir estratégias de manejo mais eficientes, em especial, o uso racional de insumos.
Com desenvolvimento recente, a AP foi introduzida no Brasil a pouco mais de uma década, mas apresenta grande potencial de aplicação na produção de grãos e em culturas perenes, o que, certamente, contribuirá de forma positiva para a garantia da segurança alimentar, com sustentabilidade econômica e ambiental. As técnicas associadas à AP despertam crescente interesse no meio científico e entre aqueles que se dedicam à atividade agropecuária no Brasil, incluindo produtores rurais e, principalmente, fabricantes de equipamentos, prestadores de serviços e consultores agrícolas. 
Áreas muito expressivas, ocupadas sobretudo por culturas anuais e cana-de-açúcar, já são manejadas sob algum enfoque da AP, destacando-se a utilização de amostragem georreferenciada para o mapeamento da fertilidade do solo e posterior aplicação de corretivos e fertilizantes a taxa variável. O impacto mais imediato do tratamento diferenciado das lavouras em relação ao 
manejo de corretivos e fertilizantes tem sido a possibilidade de economia de insumos comparativamente ao manejo tradicional, no qual se utilizam dosagens uniformes em área total baseadas na condição média de fertilidade do talhão.
Apesar de certa euforia observada entre os agricultores, impulsionada pelas vantagens econômicas imediatas e pela intensa propaganda difundida pelas empresas prestadoras de serviços de AP, as ações de pesquisa associadas a essa temática vêm evoluindo em ritmo aquém do 
desejável, em parte, devido à maior complexidade dos procedimentos experimentais envolvidos nos estudos de AP. Nesse cenário, constata-se uma grande defasagem entre as práticas que vêm sendo utilizadas em larga escala no setor produtivo e o que seriam tecnologias de AP validadas com rigor científico...


Fonte:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/870646/1/Agriculturaprecisao.pdf