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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Erros e acertos de uma entrevista para estágio

Boa noite, todos principalmente os formandos estão aflitos com as entrevistas nas empresas e multinacionais tanto para Trainee como um simples estágio de férias... 
E a concorrência está sendo de um nível alto.Portanto, essa postagem de hoje mostra os erros e acertos em uma entrevista...O que pode e o que nunca deve-se fazer..
Fica a dica para todos!


4 dicas para se dar bem nos processos de Trainee



A EXAME.com conversou com Manoela Costa, gerente da Page Talent, para entender melhor o que os recrutadores buscam dos candidatos nos processos seletivos. Confira 4 dicas da especialista para aproveitar os processos seletivos.
1. Tem que ter brilho nos olhos
“A primeira coisa é mostrar vontade, ter brilho no olho”, ressalta Manoela. Para a gerente, esse é o tipo de característica que é difícil de forjar, então ela dá uma dica: “O único jeito de ter essa vontade é o candidato participar dos programas que ele realmente quer”, diz.
Segundo Manoela, o candidato tem de analisar a empresa e o cargo, só assim ele vai saber avaliar se o programa de trainee é coerente com suas experiências e com o que ele quer para a carreira.
2. Aproveite as oportunidades
“Cada processo seletivo tem muitas etapas, você tem de aproveitar cada uma delas”, diz a especialista. Ela ainda completa dizendo que o candidato tem de contribuir o máximo que puder em cada etapa, sem desvalorizar nem a fase online.
Para Manoela, é importante não ser muito tímido nas etapas presenciais: “Não vale a pena não contribuir, porque seu tempo é limitado”, diz. Apesar disso, a especialista lembra que todo excesso é ruim, também. “Tem de falar, mas sem interromper os colegas ou exagerar na sua apresentação”, conclui.
3. Conheça seus pontos fortes
E os fracos também. Manoela explica porque é necessário ter esse autoconhecimento: “Os recrutadores vão fazer aquelas perguntas clássicas, como ‘por que eu devo contratar você e não outro candidato?’, não se preparar para elas é um erro”.
Para aqueles que são inseguros quanto a suas experiências anteriores (ou falta delas, já que trainees são recém-formados), Manoela também dá uma dica: “Sua vivência na faculdade pode ser convertida em experiência. Atividades como participar de centro acadêmico, atlética, empresas juniores: tudo isso conta”.
4. Conheça a empresa
Acima de tudo, os recrutadores buscam candidatos que tenham identificação com os valores da empresa. “Para saber se você combina com a empresa, não tem jeito: tem de conhecer, tem de conversar com funcionários e gente que já trabalhou lá”.
E não é só isso: Manoela conta que as empresas enxergam os trainees como jovens com potencial. O plano é dar o treinamento para esses recém-contratados para que, no futuro, eles possam assumir mais responsabilidade e melhores cargos nas empresas. “A gente busca pessoas que se destacam nas atividades que fazem. Quando você falar da sua experiência, conte sobre o seu papel em cada atividade em que participou”, completa a especialista.

O que Não Fazer na sua Entrevista de Emprego: 5 Dicas Rápidas !


Você tinha o perfil da vaga, foi chamado para a entrevista de emprego, mas quando soube do resultado: não foi aprovado. Você tinha certeza que tinha feito uma excelente entrevista de emprego… o que será que deve ter acontecido ? A resposta é simples: assim como tudo na vida, quando o nível de competição se torna alto, são os detalhes que decidem: você deve ter derrapado nos detalhes !!
Se você teve seu currículo aprovado na primeira fase da seleção para o emprego, esteja certo que você tinha todas as qualificações mínimas para trabalhar naquela empresa. No entanto, a empresa antes de te aprovar precisa saber mais sobre você, precisa te conhecer pessoalmente para confirmar as suas qualidades, basicamente, a empresar quer “ver para crer”.
Como foi dito acima, na altura da entrevista de emprego a empresa já sabe que você tem a qualificação técnica necessária, o foco portanto, será a sua personalidade, entrevista de emprego é observação: tudo o que você disser e fazer, será mensurado. Fique atento aos 5 erros mais comuns e tenha mais sucesso na sua próxima entrevista:

1. Chegar Atrasado na Sua Entrevista de Emprego

Chegar atrasado na sua entrevista de emprego é o erro mais grave que pode ser cometido para a maioria dos entrevistadores e especialistas em seleção. Uma das principais características observadas na entrevista de emprego são com certeza a seriedade e profissionalismo. Chegando atrasado na sua entrevista de emprego você demonstra ( antes de começar a falar ) justamente falta de seriedade e falta de profissionalismo.
Procure conhecer o local onde você vai realizar sua entrevista, se possivel, visite pessoalmente alguns dias antes. Taxi, metrô, ônibus, trem, planeje previamente a melhor rota, evite as famosas supresas de última hora. Outra dica simples é sair de casa adiantado, melhor ficar esperando e garantir o horário do que chegar atrasado e ter que vir com alguma desculpa esfarrapado para o seu entrevistador. Aliás, não são todos entrevistadores e empresas que aceitam candidatos chegando atrasados para a entrevista, a maioria simplesmente cancela a entrevista dos atrasados e passa as pessoas já presentes na frente.

2. Roupas Inadequadas para o Ambiente da Empresa

É um erro comum e que embora não pareça muito sério, pode derrubar um bom candidato. Não estamos afirmando que as empresas exigem que você vista ternos ou roupas caras, mas elas exigem sim, que o vestuário esteja adequado. O ideal é usar sempre roupas sociais sóbrias ( esporte fino ).
Em geral, os entrevistadores não vão repreender um candidato por usar roupas inadequadas, mas esse detalhe vai ser anotado e usado como critério de reprovação. Obviamente o principal fator de um candidato deve ser seu conteúdo e conhecimento, mas uma boa apresentação e uma boa presença, são fundamentais.

3. Inventar ou Mentir Atributos Profissionais na Entrevista de Emprego

Também uma tatica utilizada por muitos candidatos e que nunca dá certo. Mesmo que durante o currículo você consiga dissimular e colocar habilidades “extras” na hora da entrevista de emprego sustentar tais mentiras pode ser inviável. A empresa precisa de inglês avançado e você só tem o básico, diga a verdade. Se realmente precisaram de inglês avançado, procure outra vaga, procure outra empresa.
Se você conseguir passar pela entrevista é ainda pior, imagine estar contratato e depois a empresa descobrir que você na verdade não tinha os atributos necessários, pode resultar em demissão. Quanto mais tempo a mentira permanecer, mais energia será necessária para mante-la e pior será a repercussão quando ela acabar.

4. Atitude Passional em Relação ao(s) Emprego(s) Anterior(es)

Um teste muito comum feito pelos avaliadores durante a entrevista de emprego, é pedir para você falar ou descrever o seu antigo emprego, neste momento é uma excelente hora para ele avaliar a sua maturidade. Evite falar mau de seu antigo chefe, falar mau de seu antigo emprego, mesmo que você realmente tenha motivo para isso, supere, essa atitude é extremamente imatura.
Quando lhe for preguntado sobre o emprego anterior durante a entrevista, seja profissional, seja direto, dê uma opinião técnica. Se lhe for perguntado durante a entrevista de emprego o motivo pelo qual você saiu do emprego anterior, diga que está buscando uma melhor oportunidade, diga que procura um emprego melhor e com mais perspectiva, em geral, este é realmente o motivo pelo qual a maioria das pessoas muda de emprego.

5. Falta de Eloquência, Linguagem de Baixo Nível e Humor Desnecessário na Entrevista de Emprego

Entrevista de emprego, antes de tudo é um momento de seriedade, é um teste onde você deve fazer o seu melhor. Seja formal, seja educado, evite usar girias e expressões chulas, procure articular bem as suas frases, jamais tente usar a velha tatica de “falar, falar e não dizer nada” o entrevistador é treinado para identifica-la.
Outro recurso que deve ser evitado é o humor, não tente socializar ou “descontrair o ambiente”, pode ser que o entrevistador não veja graça no seu humor e você crie uma situação constrangedora desnecessária.


fonte:http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/4-dicas-para-se-dar-bem-nos-processos-de-trainees e http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/emprego/entrevista-emprego-o-que-nao-fazer/

sábado, 26 de novembro de 2011

Dilma diz que Brasil é uma potência agropecuária


A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje que “o Brasil é hoje uma potência agropecuária”, ao prestigiar o evento de comemoração dos 60 anos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que ocorre em Brasília. Ela também destacou que o setor responde por “22,4% do nosso Produto Interno Bruto”.
“Estou certa de que todos, mas todos mesmo, explícita ou implicitamente, sabem que o Brasil é hoje uma potência agropecuária. Além de produzirmos a maior parte dos alimentos que nossa população consome, somos os maiores produtores mundiais dos complexos de soja, açúcar, carne e produtos florestais”, disse. 

No seu discurso, ela fez um cumprimento especial aos sindicatos do setor presentes ao evento e exaltou, em vários momentos, os produtores do País, tidos por ela como verdadeiros “empreendedores e batalhadores incansáveis”. 

“Acredito que, sem dúvida, a agricultura deu uma contribuição essencial para termos chegado até aqui a esse momento em que o Brasil mostra sua força, capacidade e, sobretudo, um novo presente, mas um novo futuro, com perspectivas e todos reconhecem, tanto investidores, consumidores, população”, afirmou. 

“Essa posição privilegiada do Brasil foi conquistada respeitando e fortalecendo a convivência e complementaridade de pequenos, médios e grande produtores”, completou. “Temos um agronegócio dinâmico e pujante”, afirmou Dilma, ressaltando que hoje o Brasil exporta produtos agrícolas para 214 destinos internacionais.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Monsanto oferece bolsa de estudos global para estudos com arroz e trigo

Em seu quarto ano, Programa Beachell-Borlaug incentiva o aumento da produção mundial de alimentos e a preservação de recursos ambientais; pesquisador brasileiro contemplado na última edição está na Europa 

Estão abertas as inscrições para a quarta edição do Programa Beachell-Borlaug International Scholars, idealizado pela Monsanto em parceria com a Texas AgriLife Research, órgão vinculado à Universidade do Texas. O programa oferece bolsas de estudos para cientistas, melhoristas e estudantes universitários que desenvolvam pesquisas sobre arroz e trigo. O prazo para submissão dos trabalhos é 1º de fevereiro de 2012 e as inscrições são realizadas pelo site www.monsanto.com/mbbischolars.

Por meio do programa, a Monsanto destinará US$ 10 milhões até 2013 a novas pesquisas científicas que envolvam arroz e trigo, duas das mais importantes culturas básicas do mundo. “Temos que desenvolver formas de aumentar a produção agrícola por hectare se quisermos fazer o uso adequado da terra e a correta preservação da biodiversidade. Esse é um dos grandes objetivos do Programa Beachell-Bourlag nas culturas do arroz e o trigo”, afirma Edward Runge, diretor do programa e professor-doutor da Universidade do Texas A&M.

Junto ao apoio financeiro, o Beachell-Borlaug promove um intercâmbio de experiências: caso os selecionados sejam de países em desenvolvimento, como o Brasil, deverão completar seus estudos em universidades na Austrália, Canadá, Estados Unidos e Europa Ocidental. Da mesma maneira, os pesquisadores selecionados desses locais que receberem o subsídio deverão conduzir pelo menos um período de trabalho em campo em um país em desenvolvimento.

A iniciativa faz parte do compromisso da Monsanto em colaborar para o aumento da produção mundial de alimentos, com maior preservação dos recursos naturais. Arroz e trigo foram escolhidos porque vêm apresentando aumento de produtividade menor que o crescimento de seu consumo por uma população cada vez maior no planeta. Estima-se que essas culturas são a base nutricional de três bilhões de pessoas, principalmente em países em desenvolvimento. Além do incentivo à pesquisa, o programa homenageia Henry Beachell e Norman Borlaug, que foram pioneiros no melhoramento genético de plantas e na pesquisa do arroz e do trigo, respectivamente.

Selecionado em 2010, brasileiro avança em pesquisa nos EUA e Europa

O brasileiro Filipe Luis Sávio, aluno do doutorado direto do programa de pós-graduação em Genética e Melhoramento de Plantas na ESALQ-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), foi um dos selecionados na edição de 2010 do Programa Beachell-Borlaug. Com a bolsa, Sávio está na Universidade de Aberdeen, na Escócia, para realizar estudos em seu projeto para arroz “Mapeamento associativo e desenvolvimento de marcadores funcionais para tolerância ao estresse hídrico”. Até 2014, quando deverá apresentar a tese, o pesquisador também passará uma temporada na Universidade de Cornell, nos EUA.

“O programa permitiu uma valiosa troca de experiência no exterior e deu robustez à pesquisa, sempre visando o uso do conhecimento acadêmico no dia a dia profissional e no incremento da produção mundial de alimentos”, conta o cientista. Além da bolsa, Sávio também participou do World Food Prize – prêmio criado por Norman Borlaug na década de 1970 para premiar pessoas que contribuem para melhorar a qualidade, quantidade ou acesso aos alimentos no mundo – e esteve na sede da Monsanto, em Saint Louis (EUA), onde conheceu a infraestrutura e as pesquisas da empresa na busca de soluções agrícolas sustentáveis que aumentem a produtividade, diminuam o uso de recursos naturais e melhorem a qualidade de vida dos agricultores.

Protecionismo e soja sustentável

Nos últimos dez anos, a produção de soja teve aumentos de 82% no Brasil e de 72% na Argentina

Embora a China já seja o maior comprador mundial de soja, a União Europeia ainda é um grande importador do grão, do farelo e do óleo. E, cada vez mais, tem exigido que a soja seja produzida, especialmente no Brasil e na Argentina, segundo critérios rigorosos de sustentabilidade.
Esse tema aponta para mecanismos de verificação e certificação, de modo que é muito importante analisar os obstáculos que os produtores de soja dos dois países precisam superar para não perder o mercado europeu.
Brasil e Argentina, somados, já produzem mais da oleaginosa do que os Estados Unidos.
Nos últimos dez anos, o Brasil aumentou a produção em 82% e a Argentina, em 72%, basicamente devido a aumentos de produtividade e pela inclusão de novas áreas cultivadas.
O Icone (Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais), respeitado e sério "chapéu pensador" do agro brasileiro, com apoio e financiamento do IDH (Iniciativa Holandesa para o Comércio Sustentável) e do IFC (Corporação Financeira Internacional), fez um estudo nessa direção, a "Análise Estratégica para Produção de Soja Responsável", tomando por base os critérios da Mesa Redonda de Soja Responsável (RTRS).
Para tanto, o Icone realizou entrevistas nos dois países com produtores rurais, ONGs, traders, órgãos públicos estaduais e federais, além de associações de classe. Depois organizou workshops para validar as entrevistas e ampliar o escopo da análise.
O estudo considerou cinco temas fundamentais: o uso das boas práticas agrícolas, os aspectos ambientais, as relações dos produtores com a comunidade, as relações de trabalho no campo e a certificação.
E, como era esperado, foram encontrados alguns problemas para adequar a produção de soja à ideia de sustentabilidade.
1) Em primeiro lugar, verificou-se que há uma boa dose de desconhecimento sobre o quesito de certificação, seus critérios e seus custos, inclusive quanto à legislação reguladora do assunto.
2) Como consequência, não há clareza sobre as vantagens ou os benefícios da adequação a esses critérios.
3) É necessário incluir os pequenos e médios produtores no projeto, uma vez que eles são os menos preparados para adotar as técnicas necessárias.
4) Há morosidade por parte dos órgãos públicos na institucionalização dos processos de certificação. Devido a esses gargalos, o Icone preconiza as seguintes ações para que o modelo funcione melhor e mais rapidamente nos dois países analisados: 
a) Identificar as necessidades de cada região -não dá para estabelecer os mesmos critérios para um produtor do Rio Grande do Sul e outro de Mato Grosso ou do Piauí. Que dirá do Brasil e da Argentina! São mundos diferentes que demandam estratégias distintas;
b) Criar parcerias, principalmente em nível local -trata-se de formalizar a integração dos diversos elos da cadeia produtiva, dos insumos às indústrias e às tradings.
c) Disseminar a informação -sem clareza de custos e benefícios, ninguém se lançará no programa. Treinar e capacitar é o caminho;
d) Investir em adequações -aqui entra desde a logística e a infraestrutura até o cumprimento das legislações trabalhista e ambiental;
e) Dar incentivos aos produtores -premiar quem aderir aos métodos indicados, seja por mecanismos de mercado, seja fiscais. É sempre melhor estimular do que castigar;
f) Engajamento das lideranças no sistema de certificação -sair do conservadorismo e olhar para o futuro com mais consistência técnica.
É um estudo muito interessante, que mostra, entre outras coisas, que há uma enorme diversidade no nível de informação e do compromisso com a certificação, objeto final da produção da "soja responsável".
Mas que também evidencia o trabalho sério que vem sendo feito no Brasil e na Argentina, objetivando a permanência em um mercado cada dia mais competitivo, no qual os compradores sempre irão colocar mais dificuldades para os produtores.
Na prática, trata-se de impor barreiras de todo tipo! E de superá-las.


 Autor: Roberto Rodrigues - Folha de S. Paulo - SÃO PAULO